Chego eu, ensonada, para mais um dia de trabalho, quando, eis que, quando dou a habitual vista d’olhos diária pelos jornais on-line, encontro esta notícia:
«A Via Láctea está em plena hora de almoço. É isso que dizem, pelo menos, cientistas das universidades da Virgínia e de Massachusetts que fizeram um rastreio a mais de 500 mil milhões de estrelas em torno da Via Láctea, na banda dos infravermelhos, e descobriram algo surpreendente. A Via Láctea, a galáxia que acolhe o Sol e o planeta Terra numa das suas franjas – ou seja, a “nossa” galáxia – está em pleno processo de devorar uma outra, mais pequena: a galáxia anã Sagitário. Até 1994 não se sabia sequer que existia esta galáxia anã nas imediações da Via Láctea. Foi uma equipa internacional de astrónomos que a descobriu e anunciou ao mundo nesse ano. Agora, um grupo de investigadores norte-americanos, liderado por Steven Majewski, da universidade da Virgínia, vem dizer algo ainda mais surpreendente: a Via Láctea, afinal é uma “comilona”.»
Comer ou ‘comer’?
Ora bem…isto às dez e meia da manhã depois de ter assistido ontem a uma literal invasão ao litoral da minha freguesia na inauguração de um espaço nocturno (o clube do Lourenço) que até me agradou e cujo dono me pagou uma bjeka, só posso mandar uma grande gargalhada das minhas. É bom.

